O nome Polybio é grego e tem vida no nome (bio), assim é a vida do nosso entrevistado – um homem espelho de vida. O seu cartão de nascimento diz que já contou duas vezes 44 primaveras e o registo médico conta com quatro enfartes de miocárdio.

Cardiologista, o professor jubilado e antigo médico dos Hospitais da Universidade de Coimbra, escritor, poeta, conferencista e presidente do conselho científico da Fundação Portuguesa de Cardiologia. Doutorou se com distinção e louvor, conciliou carreira de professor com a de médico e fê-lo com distinção.

Faz conferências e já e…fá-las em verso, escreve livros em verso e com humor para prevenção vascular.

Era uma vez um coração foi o 1º livro, sempre em verso e derigido às crianças.

Polybio é um médico do tempo em que os médicos valorizam o tempo despendido a olhar e a conversar com os seus pacientes.

Esta relação próxima médico-paciente parece estar em risco nos centros de saúde e hospitais que enchem os médicos de burocracia e os obriga a focarem-se nos números…

tenho encontrado muitos velhos de 15, 16 e 17 anos e jovens de 71

diz o conceituado medico que também já escreveu um livro sobre saber envelhecer.

Aprender a não ser velho é o titulo de outro livro do conceituado cardiologista.

Foi o livro que editou recentemente sobre os benefícios do café que me levou a contactar este médico escritor, o livro chama-se “Um poético cafézinho” da editora “Lápis de memórias”.

Estou bastante satisfeito, é capaz de ser um tema bastante polemico, mas o coordenador da obra, que eu doutorei, é espectacular e exigente disse na apresnetação que leu centenas de artigos para ter a certeza que o que eu escrrevi em verso estava correcto,

Uma coisa é beber um café esporadicamente, outra coisa é beber o café sistematicamente, quando a gente começa a beber café todos os dias, os contratempos começam a desaparecer. Se o tomarem regularmente, todos os dias não tem alteração na tensão arterial.

 

Numa entrevista a rádio regional do centro disse que:

não dava um centavo para voltar aos 18 anos, mas daria tudo quanto tenho para me conservar como estou agora”

contou Polybio Serra e Silva do alto dos seus 88 anos.

Há vidas assim…parabéns ao Dr. Polybio Serra e Silva pela longa carreira e por ainda arranjar tempo para passar a sua sabedoria aos outros das várias formas que tem encontrado para se expressar.

Para escutar a entrevista audio, clique aqui

 

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