Está a revolucionar as novas baterias que vão alterar toda a indústria, conheça Maria Helena Braga

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Maria Helena Braga tem 46 anos – é Professora e investigadora da Universidade do Porto, actualmente na Universidade do Texas.

Ainda iremos ouvir falar muito desta portuguesa que conta com mais de seis patentes nas baterias que vão revolucionar toda a indústria.

Na nova bateria inventada por Helena Braga e John Goodenough o líquido é substituído por um eletrólito de vidro mais eficiente e seguro. É não inflamável. É um bom condutor de iões de lítio ou de sódio é leve e feito por materiais que não são perigosos para a saúde. O ambiente também sairá a ganhar com o trabalho da investigadora portuguesa!

Em conversa exclusiva para o Audio Press Portugal fique a conhecer – qual a inovação conseguida com a investigação da portuguesa e fique a saber mais sobre as novas baterias revolucionárias pela voz da própria protagonista – a Professora  Maria Helena Braga.

Maria helena Braga, começou a trabalhar na inovação destas baterias em 2009.

Esteve no Laboratório Nacional de Los Alamos no Novo México.

Foi onde foi feita a bomba atómica, de má lembrança…

Mas…. Lá…. agora no laboratório fazem se muitas investigações meritórias, investigação de outro tipo.

Entre 2009 e 2011 fez várias simulações – todas no material cristalino.

De volta ao Porto em 2012 foi o recomeçar e em 2013 teve bons resultados.

Fez vários testes conseguiu perceber o que eram as propriedades do vidro e esses cálculos foram publicados em 2014.

Conseguiu montar um pequeno laboratório no Laboratório Nacional de Engenharia e Geologia na Universidade do Porto onde trabalhou com Jorge Ferreira com quem tem a 1ª patente em electrólito de vidro, registada em Portugal.

A primeira de 3 patentes portuguesas, as restantes já ficaram nos EUA.

Esta 1ª patente portuguesa pode também dar origem ao desenvolvimento de baterias com aplicações muito importantes que não podem ainda ser reveladas no momento em que aconteceu esta entrevista, em Setembro de 2017.

Foram quase dois anos desde a apresentaçao do 2º projeto à Fundação para a ciência e tecnologia até chegar o dinheiro para retomar os trabalhos.

Nesse tempo não havia caixa de luvas e a Professora não podia ir mais longe no que estava a fazer.

No início de 2015 Andy Murchison (le-se Macherson) disse: tens que vir para aqui e a professora na altura com 43 anos foi para os EUA e começa logo a trabalhar com o Professor Godenough, John Godenough – um físico – professor na universidade do Texas que contribuiu para o desenvolvimento das baterias de litio.

Com 95 anos continua no activo e a trabalhar com a Professora portuguesa Maria Helena Braga.

 

Patrícia Monteiro recebe a bolsa Society in Science – The Branco Weiss Fellowship, a 1ª portuguesa a residir em Portugal a receber este prémio

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Patrícia Monteiro formou-se em Coimbra e iniciou o seu trabalho de investigação na Espanha. Passou seis anos nos EUA mais  propriamente no MIT.

Em 2016 muda -se para Portugal, para a Universidade do Minho. No Doutoramento – especializou-se em neurociências tem também publicações nas mais prestigiadas revistas de referência; como a Science e a Nature.

O estudo de Patrícia Monteiro focou-se num gene que pode estar a contribuir para o autismo, conforme nos explica em entrevista exclusiva ao Audio Press Portugal.

Esta caixinha mágica que nos permite questionarnos a nós próprios e à nossa existência, é também por isso mesmo, demasiado complicada e temos por vezes dificuldade em tratar e compreender manifestações, perturbações que influenciam o nosso desempenho, que influenciam o funcionamento dos nossos circuitos cerebrais.

“Se o nosso cérebro fosse simples então nós seriamos animais demasiado simples para tentar estudá-lo e percebe-lo”, citando um autor com o qual se identifica.

(excerto da entrevista audio)

Patrícia Monteiro tem agora até cinco anos de financiamento para estudar de que forma o stress crónico conduz a doenças como a depressão e a ansiedade.

Patrícia Monteiro, da Universidade do Minho, é a primeira cientista radicada em Portugal a receber a bolsa Society in Science – The Branco Weiss Fellowship. É uma das bolsas de pós-doutoramento mais prestigiadas no mundo – atribuída pelo Instituto Federal de Tecnologia de Zurique, na Suíça.

Saiba que, é a primeira vez que conseguimos captar esta bolsa para uma investigação portuguesa.

No final da entrevista sou surpreendida pela Patricia Monteiro que me atribui uma distinção na área do jornalismo. 😀

O cirurgião cardíaco que adora cafés

O nome Polybio é grego e tem vida no nome (bio), assim é a vida do nosso entrevistado – um homem espelho de vida. O seu cartão de nascimento diz que já contou duas vezes 44 primaveras e o registo médico conta com quatro enfartes de miocárdio.

Cardiologista, o professor jubilado e antigo médico dos Hospitais da Universidade de Coimbra, escritor, poeta, conferencista e presidente do conselho científico da Fundação Portuguesa de Cardiologia. Doutorou se com distinção e louvor, conciliou carreira de professor com a de médico e fê-lo com distinção.

Faz conferências e já e…fá-las em verso, escreve livros em verso e com humor para prevenção vascular.

Era uma vez um coração foi o 1º livro, sempre em verso e derigido às crianças.

Polybio é um médico do tempo em que os médicos valorizam o tempo despendido a olhar e a conversar com os seus pacientes.

Esta relação próxima médico-paciente parece estar em risco nos centros de saúde e hospitais que enchem os médicos de burocracia e os obriga a focarem-se nos números…

tenho encontrado muitos velhos de 15, 16 e 17 anos e jovens de 71

diz o conceituado medico que também já escreveu um livro sobre saber envelhecer.

Aprender a não ser velho é o titulo de outro livro do conceituado cardiologista.

Foi o livro que editou recentemente sobre os benefícios do café que me levou a contactar este médico escritor, o livro chama-se “Um poético cafézinho” da editora “Lápis de memórias”.

Estou bastante satisfeito, é capaz de ser um tema bastante polemico, mas o coordenador da obra, que eu doutorei, é espectacular e exigente disse na apresnetação que leu centenas de artigos para ter a certeza que o que eu escrrevi em verso estava correcto,

Uma coisa é beber um café esporadicamente, outra coisa é beber o café sistematicamente, quando a gente começa a beber café todos os dias, os contratempos começam a desaparecer. Se o tomarem regularmente, todos os dias não tem alteração na tensão arterial.

 

Numa entrevista a rádio regional do centro disse que:

não dava um centavo para voltar aos 18 anos, mas daria tudo quanto tenho para me conservar como estou agora”

contou Polybio Serra e Silva do alto dos seus 88 anos.

Há vidas assim…parabéns ao Dr. Polybio Serra e Silva pela longa carreira e por ainda arranjar tempo para passar a sua sabedoria aos outros das várias formas que tem encontrado para se expressar.

Para escutar a entrevista audio, clique aqui

 

Filipa Palha trabalha há décadas na saúde mental em Portugal

É psicóloga e presidente da Associação “Encontrar-se” que apoia pessoas com perturbação mental, sediada no Porto.  É também professora na Universidade Católica no Porto, publicou 18 artigos em revistas especializadas e as suas áreas de interesse científico são: a reabilitação psicossocial na doença mental, o estigma na doença mental, as políticas de Saúde Mental e a promoção da Saúde Mental. Chama-se Filipa Palha e estivemos à conversa para o Audio Press Portugal.

Em Novembro de 2016 o Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa apelidou a nossa entrevistada como “vencedora” e uma “lutadora” por “lutar por um mundo melhor”, no dia em que se comemorou o dia Mundial da Saúde Mental. Sublinhou ainda a urgência da sociedade portuguesa ter de “aceitar a diferença”, lutando contra discriminação das doenças mentais.

No final de 2016 foram divulgados os resultados preliminares do estudo “Crisis Impact” onde se verifica que cerca de, um em cada três portugueses sofre de um problema ligado à saúde mental com números de prevalência que aumentaram de 18,8 % em 2008 para 31,2% em 2015. Um aumento que se verificou em todos os niveis de gravidade mas sobretudo nos casos de maior gravidade. A prevalência de problemas de saúde mental em 2015 foi mais elevada entre as mulheres, os idosos, viúvos, separados assim como pessoas com baixa escolaridade. Mais de 40% das pessoas da amostra do estudo reportam descida de rendimentos desde 2008: cerca de metade por corte de salários e pensões,  14% por motivo de desemprego, 6% por mudança de emprego e ainda 5% por reforma.

Este estudo indica ainda se entre 70% a 80% das pessoas conseguiram ter acesso a cuidados, apenas 40% tiveram acesso aos cuidados adequados, sendo as dificuldades em cobrir os custos e em marcar consultas os principais obstáculos apontados.

A associação Encontrar-se fez 10 anos de actividade em 2016 e atingiu maior visibilidade com um impacto estimado em 3 milhões de pessoas através da campanha nacional anti-estigma “Uma música para a saúde mental” mais conhecida por “UPA08” (UPA 2008) que fez nascer o movimento de combate ao estigma da doença mental, no nosso país “UPA – Unidos para ajudar.

Quando os problemas de saúde mental podem levar, por exemplo ao suicídio, uma das perguntas que fica depois desta entrevista é: porque razão a doença mental não é sinalizada como uma epidemia; quando deixa tantos portugueses incapazes e muitos estão em risco de vida?

Além de médicos de família que ajudam a tratar a doença física é urgente haver psicólogos nos centros de saúde e que estes doentes possam ser acompanhados, como acontece com  qualquer outra doença crónica, como a diabetes por exemplo.

AUTORIA: MAFALDA RAMOS | AUDIO PRESS PORTUGAL

 

É A PESSOA MAIS INDICADA PARA FAZER ESTA PERGUNTA DADO TER TRABALHADO TODA A SUA VIDA LIGADA À SAÚDE MENTAL: COMO ESTÁ O ESTIGMA DA DOENÇA MENTAL EM PORTUGAL ?

O estigma está péssimo infelizmente.

Quando os dados nos dizem que as doenças mentais aumentaram, que há maior sofrimento… que numa altura de crise económica é dramático o número de pessoas que passa por uma experiência desta natureza…

Quando temos dados relativamente àquilo que são as vivências dos adolescentes e o ano passado saiu um relatório absolutamente impressionante e que foi capa de jornais que constatava que um em cada cinco adolescentes já se teria magoado para lidar com o sofrimento psicológico…

Como é que nós deixamos as pessoas em sofrimento psicológico numa altura em que vivemos tempos muito difíceis e por outro lado quando sabemos que este sofrimento pode causar, por exemplo, suicídio.

Deixar que isso assim seja, do meu ponto vista, é absolutamente criminoso. Eu não consigo encontrar outra palavra por mais que esta seja forte.

Nós assistimos nos últimos anos a casos como a Ebola, por exemplo e do vírus do Zika; quando apareceram os primeiros indícios que poderíamos ter aqui um problema de saúde pública, risco de uma epidemia; claramente tudo foi feito não só para alertar as populações como, para termos um plano muito claro para intervir e de certa forma, evitar que pudesse vir a alastrar-se.

Nós temos uma epidemia de doença mental num contexto de crise económica.

Se aumenta a incidência, o número de pessoas com problemas de ansiedade e depressão e se alguns destes claramente podem levar ao suicídio, nós temos uma epidemia.

MR (Mafalda Ramos)

E que não foi sinalizada como tal.

FP (Filipa Palha)

Não foi…

filipa-palha-com-presidente-marcelo

NO CONTEXTO DAS COMEMORAÇÕES DO DIA MUNDIAL DA SAÚDE MENTAL E DO 10º ANIVERSÁRIO DA ENCONTRAR+SE, APÓS A CERIMÓNIA DE ENTREGA DO PRÉMIO DE RECONHECIMENTO UPA, PRESIDIDA PELO SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA, MARCELO REBELO DE SOUSA, DECORREU UM JANTAR DE BENEFICÊNCIA, NO PÁTIO DAS NAÇÕES DO PALÁCIO DA BOLSA QUE JUNTOU CERCA DE 350 PESSOAS.

QUE RESULTADOS SAIRAM DO PLANO NACIONAL DE SAÚDE PARA O PERIODO 2007-2016?

Muito pouco.

Ainda a semana passada o director do plano nacional de saúde mental disse que não estava à espera que o aumento da incidência da doença mental tivesse sido tão significativo como demonstrado pelo estudo “Crisis Impact” (trata-se de um estudo da autoria de José Caldas de Almeida presidente do instituto de saúde mental de Lisboa).

É impossível que ande distraído ou que não saiba daquilo que é o que todos nós sabemos…

Não é preciso ser-se psicólogo para saber que a crise afecta a saúde mental. Basta bom senso. Quem é responsável por: definir políticas, por monitorizar situações e por intervir – ou pelo menos alertar para que sejam possíveis iniciativas se não o faz…é uma situação intolerável e insuportável.

Continuamos com uma ausência de respostas e com um plano nacional de saúde mental que deveria ter sido implementado entre 2007 e 2016 e estamos no ano em que deveria ter sido o términus da implementação deste plano e…quase nada aconteceu…

Nós estamos na presença daquele que é o estigma estrutural que é aquele que diz respeito a alocação de recursos e que obviamente terá associado a reivindicação pelos nossos direitos. Se nós temos um cenário tão dramático, se os recursos e respostas não existem, então nós estamos perante um exemplo de estigma a tomar a dianteira da razão e do respeito pelos direitos humanos.

MR

Portanto, em relação a um vírus e em relação a um insecto que nos possa vir a atacar há logo uma reacção e começa-se a trabalhar na prevenção…e na doença mental…

FP

Felizmente temos o conhecimento e os meios para responder a diferentes níveis: da prevenção à intervenção em crise e em todo o processo de recuperação de um problema de saúde mental.

A intervenção psicoterapêutica tão pouco disponibilizada no SNS (Serviço Nacional de Saúde) permite ganhos em saúde imensos.

Ajuda a: interiorizar aquilo que está a acontecer, desenvolver competências e estratégias de coping e de resiliência, etc, podemos evitar recaídas ou que situações mais graves venham a acontecer.

Isto está escrito, é sabido há trinta anos…

Estar trinta anos sem os seguir é claramente condicionar o que é a qualidade de vida das pessoas e o que é não só em termos individuais mas familiares, sociais e económicos… os custos directos e indirectos…há dezenas de relatórios, dados do mais consistente que há.

Porque é que nós não fazemos nada com isto?

Em 2001 foi publicado um relatório pela OMS (Organização Mundial de Saúde) e uma das frases da comissária responsável pelo relatório é que nós temos o conhecimento, os recursos para que as pessoas possam ser ajudadas e infelizmente continuamos a fazer com que o estigma tome a dianteira da razão.

Isto é dramático, 15 anos depois não tendo sido feito nada ou muito pouco não é nenhuma surpresa que a situação tenha piorado.

Só é uma surpresa para quem anda muito distraído ou para quem não contacta directamente com pessoas…

A falta de saúde mental é um enorme obstáculo ao desenvolvimento das nossas economias.

É impedir a pessoa que seja e se torne aquilo que ela pode ser.

Felizmente hoje temos recursos e possibilidades de  ajudar as pessoas a recuperar de um problema destes de uma forma muito diferente daquilo que era há vinte ou trinta anos e apenas precisamos de fazer aquilo que fazemos nas outras áreas da saúde e isso não acontece.

 

SENTE QUE ESTAMOS A SER BEM REPRESENTADOS PELO GOVERNO A NÍVEL DE SAÚDE MENTAL?

Ninguém aguentaria o que se está a passar sem se ter demitido.

Uma pessoa que é responsável por implementar um plano durante dez anos e não tem o mínimo de condições para o fazer e de ano para ano vai dizendo que não o teve, o que esta lá a fazer?

Ao longo dos anos vimos muitos responsáveis por diferentes áreas da saúde a demitirem-se quando dizem que, para a minha função não estão a ser dadas as condições para a representar.

 

 

MR

Calculo que seja um trabalho difícil contactar diariamente com pessoas que sofrem com problemas de saúde mental. 

FP

Eu tenho um respeito e uma admiração pelas pessoas com doença mental que não faz ideia. Mas uma consideração extraordinária. Nem percebo como é que as pessoas desprezam ou diminuem o que é uma pessoa acordar de manhã com sintomas psicóticos, por exemplo.

Eu acho que lutar e ser resiliente, andar para a frente e querer melhorar é um acto de coragem mas de uma valentia que eu não tenho palavras para descrever.

Portanto, eu tenho pelas pessoas com experiência de doença mental uma consideração e um respeito e claramente me sinto bastante mais fraca perante a força que elas têm para lutar com um processo e um fenómeno que é realmente surpreendente: a nossa mente dar aqui assim umas reviravoltas e condicionar o nosso eu, a nossa percepção com o Mundo a nossa relação com os outros, etc.

Tenho verdadeiramente respeito e consideração e como tal, trato-os obviamente dessa forma.

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Pode ainda escutar a versão audio com um excerto desta entrevista, clicando aqui:

 

 

Apresento-lhe o 1º medicamento criado por um designer, pela inclusão, chama-se Miguel Neiva

Sinopsis

sinopsis-miguel-neiva

 

TEXTO (excerto da entrevista)

Há 3 anos apresentamos neste projeto o “código de Neiva”.

 

Hoje, o criador de uma linguagem universal para daltónicos, não quer ver associado o seu nome a algo que não é dele – não é daltónico, não criou uma solução para resolver um problema seu mas para ajudar outros.

 

Também não gosta de falar sobre os prémios e reconhecimento internacional já alcançado uma vez que disse, este é um trabalho de todos, o Collor add é de todos e para chegar a todos os que sofrem da cegueira da côr.

 

É um legado que Portugal deixa à Humanidade.

 

Tem 47 anos e nasceu no Porto, “com muito orgulho” como disse nesta entrevista exclusiva ao Audio Press Portugal.

Miguel Neiva provou antes de mais que –

Nem tudo foi já inventado!! há muita coisa ainda para ser inventada e problemas sociais por resolver.

Apresento-lhe a colorAdd – é uma inovação portuguesa – uma linguagem universal não tecnológica e altamente democrática  que está a resolver um problema de pacientes em todo o Mundo. Os pacientes do Miguel Neiva são os que sofrem da  cegueira da cor, mais conhecidos por Daltónicos.

 “Nós somos muito mais competentes se fizermos as coisas a pensar nos outros que a pensar em nós próprios”

 

  

As boas praticas de acessibilidade de Miguel Neiva estão a ser espalhadas pelo Mundo e continuarão  a sê-lo pelas próximas gerações: é e será sempre uma inovação portuguesa um legado português ao Mundo.

O criador do código de identificação de cores para daltónicos,  foi convidado para membro da ASHOKA  a maior organização mundial de empreendedores sociais, nascida há 30 anos nos  estados unidos.

Nestes tempos que vivemos com enorme importância dada à imagem – a cor é também utilizada em situações muito importantes e concretas como na tiragem dos hospitais e nas bandeiras nas praias.

Entre outros prémios Miguel Neiva já recebeu dois por parte das Nações Unidas mas não gosta de falar dos prémios: prefere falar da missão que não é só sua mas de todos: a de sabermos incluir todas as pessoas nos processos de comunicação através das cores.

Saiba que:

A empresa social do Miguel Neiva está também a inovar a nível mundial com o rastreio da doença que está a ser feito nas nossas escolas

 

 

 

 

Conheça a portuguesa que revolucionou a investigação em Alzheimer, Rita Guerreiro

 

[AUDIO]

 

[TEXTO]

 

É natural de Estremoz, chama-se Rita Guerreiro tem 35 anos, vive e trabalha no Reino Unido desde 2010, depois de realizar o doutoramento nos EUA.

Em 2014 Rita Guerreiro recebe o premio Jovem investigadora Europeia pela Associação Francesa para a investigação em Alzheimer.

O ano de 2015 chegou com alguns prémios: um de uma associação italiana fundacione Gino Galetti e o prémio da Alzheimer Society, em reconhecimento da sua carreira académica em investigação em demência.

Seguindo-se em 2016 o premio da Alzheimer Research UK.

O premio de reconhecimento de carreira de investigação da Alzheimer society é entregue ao marido José Brás no ano seguinte, em 2016.

Este casal de investigadores portugueses em Alzheimer, amplamente reconhecidos a nível mundial, já conseguiu criar um laboratório na University College of London totalmente financiado pelos próprios.

Saiba que a investigação de Rita Guerreiro e do marido José Brás é feita em colaboração com grupos na Turquia, em Portugal, com grupos por toda a Europa e por todo o Mundo.

Quisemos saber como ficam as saudades de Portugal.

Para Rita Guerreiro estas saudades são colmatadas com o intercambio entre as universidades  portuguesas como é o caso da Universidade de Aveiro e do Porto.

“ Tentamos sempre que possível manter uma ligação a nível profissional através das universidades, reuniões e conferencias onde vamos apresentar o nosso trabalho e obviamente a parte pessoal para manter as nossas ligações e raízes, às nossas terras natais ou aos sítios de onde vimos que é absolutamente importante ”.